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Para os apaixonados por Fusca, estamos vendendo esta jóia

Muito bem conservado mantendo toda sua originalidade

Carro de colecionador

Contatos: 94 9 9124-4377 / 9 8151-0062

Restauração de veículos antigos

Escrito por Terça, 23 Setembro 2014 10:51

Mais um trabalho finalizado pela PERSONAL CAR MINAS. Restauração Chevett 74. Objetivo maior era manter o valor sentimental do proprietário em ter o passado visto hoje. Foi muito satisfatório na hora da entrega ver como um bem antigo pode ser visto renovado e alegrar aquele que um dia o teve novo e agora poder reviver sua história.

É bom fazer parte destes momentos e poder ajudar alguém a realizar seu sonho. 

 

 

 

 

 

 

 

Fique atento na hora da manutenção do seu veículo.

Escrito por Quinta, 14 Agosto 2014 14:41

Confira o vídeo do Bom Dia Minas sobre a manutenção de veículos.

 

10 Carros Mais Econômicos de 2014 Segundo o Inmetro

Escrito por Terça, 15 Julho 2014 13:57

Foram testados 495 modelos e versões de 36 montadoras. Ao longo do ano, esse ranking é atualizado com mais modelos e versões

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) divulgou uma lista com os carros que mais e menos consomem combustível. Entre os modelos, de 36 marcas à venda no Brasil, há carros com os preços que variam de R$23 mil a R$3 milhões.

A pesquisa integra o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular), que tem como objetivo apontar os veículos mais eficientes, levando em consideração o tamanho do carro, o tipo de motor, entre outras condições. A participação das montadoras é voluntária. A Chevrolet, por exemplo, mais uma vez ficou de fora.

As melhores médias ficaram para os carros que fazem ao menos 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada, com etanol, e acima de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina. Veja quem são os dez primeiros colocados. A lista completa pode ser vista no site do Inmetro.

Lista dos 10 Carros Mais Econômicos de 2014

Toyota Prius

O carro faz, com gasolina, 15,7 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada. O bom resultado do carro deve-se porque ele é um híbrido, ou seja, além do motor movido por combustão ele também pode funcionar com motor elétrico. O conjunto soma 134 cv com 99 cv do motor 1.8 a gasolina e 82 cv do elétrico. O modelo está sendo oferecido pelo preço de R$ 120.830.

Lexus CT200h

O Lexus CT200h é uma versão sofisticada do Prius. Na cidade, faz 15,7 km/l e na estrada 14,2 km/l, isso porque assim como o Prius ele também é um híbrido.Na categoria de veículos médios, o veículo CT 200h 1.8 na versão ZWA10 com transmissão continuamente variável (CVT – Continuously Variable Transmission), possui nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem, dentre os veículos com o menor consumo de combustível da categoria em 2013. A versão mais “barata” do carro, com 1.8 de potência custa R$149 mil.

Smart Fortwo mhd 71 cv

O subcompacto Smart fortwo tem motor 1.0 três cilindros aspirado de 71 cv, apenas a gasolina. O que tem de compacto tem de econômico. O “carrinho”, que mais parece um brinquedo para adultos, faz 13,2 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada, com gasolina. O carro pode ser encontrado por cerca de R$42 mil.

Renault Clio (sem ar-condicionado)

O novo modelo da Renault tem foco na economia de combustível. A novidade do modelo é o sistema Gear Shift Indicator (GSI), uma luz no painel que indica o melhor momento para trocar de marcha e economizar gasolina. O carro é movido com o propulsor 1.0 16V Hi-Power, que desenvolve 80 cavalos com etanol e 77cv a com gasolina a 5.750 rpm. Segundo dados de fábrica, o modelo sem ar-condicionado ou direção hidráulica faz 9,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, os números sobem para 14,3 km/l e 15,8 km/l respectivamente. O modelo mais barato é o Authentique de duas portas por R$ 23.990.

Volkswagen Up! I-Motion (automatizado)

O Up ainda não foi lançado, mas o carro, com direção elétrica, é um dos grandes lançamentos da volks. O carro será equipado com cinco marchas, motor 1.0 12v de três cilindros que gera até 82 cavalos. Segundo o Inmetro, com álcool o up! consegue percorrer 9,1 km/litro na cidade e 9,9 km/l na estrada. Com gasolina passa a 13,2 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada. O preço ainda não foi divulgado.

Nissan March 1.0 (sem ar)

O compacto da Nissan conta com o mesmo motor 1.0 16V do Renault Clio. É i carro mais vendido da Nissan no Brasil. Custando a partir de R$ 26.890, o carro não decepciona quando o assunto é consumo. A média urbana de consumo fica em torno dos 11km/l de gasolina. Na estrada ele também vai bem: faz 15,32 km/l de gasolina.

Fiat Uno 1.4 Economy

Por incrível que possa ser o Uno com motor 1.4 Economy se saiu melhor nos testes do que o 1.0. Com etanol, ele registrou 8,7 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada. a redução do consumo de combustível é fruto de alguns pacotes que inclui, principalmente, na alteração do motor para uma versão 1.4 Evo. O Uno é o carro mais econômico da Fiat e custa, em sua versão mais barata R$ 29.860,00

Fiat Palio Fire

O Fiat Palio Fire é um dos carros mais econômicos do país e mais baratos também. A versão 2014 virá com o quadro de instrumentos baseado no do Uno, com marcador de combustível digital e econômetro. O motor permanecerá o Fire 1.0 de 75 cv. Com consumo de 8,8 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada, quando abastecido com etanol, o preço não ultrapassa os R$ 23.990, na versão mais simples, com duas portas.

Ford New Fiesta hatch 1.6 manual

Agora fabricado no Brasil, o modelo, que vinha do México para cá com preço bem salgado, chega para surpreender também no quesito economia. Com gasolina o carro faz 12 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada. O preço gira em torno dos R$46 mil.

Hyundai HB20S 1.0

O HB20 tem sido o sonho de consumo de muitos brasileiros, e não é apenas por fatores estéticos. O carro também roda bem sendo bastante econômico. O sedã teve números ligeiramente melhores que a versão hatch, que marcou 7,6 km/l (na cidade) e 9,8 km/l (na estrada) om etanol. O carro custa a partir R$42.095.

 

 

Atenção para o tempo de vida que o carro que será objeto de compra tem:

. Um carro com mais de 15 anos de uso tem um valor de compra modesto

 Além disso, já chegou num patamar de preço que não desvaloriza mais. Ou seja, dá para vender o carro pelo peço que ele foi comprado ou até lucrar com a revenda. O problema é que você tem um custo fixo de manutenção. Um carro com 15 anos de uso, provavelmente, terá mais de 100 mil quilômetros rodados, o que quer dizer maior possibilidade de quebra.

.Comprar um carro com um ano de uso é supervantajoso,

pois o automóvel já teve a desvalorização inicial (um carro zero desvaloriza de 6% a 12% em um ano) e ainda está na garantia de fábrica. O problema é que não há muita oferta nessa categoria.

. O carro com cinco anos de uso é um bom negócio

porque já passou da revisão inicial dos 40 mil quilômetros e, se houver algum reparo, será simples.

. Passou de cinco anos de uso,

 pode precisar de retífica de motor, o que sai caro.


Na hora da compra, saiba como proceder:

. Não se empolgue com modelos de luxo. Melhor ter um carro de manutenção mais simples. Até quando você leva o carro no mecânico, se o modelo é popular, em geral, ele cobra menos pelo serviço. Além disso, o modelo popular tem maior aceitação na revenda.

. Gostou de um carro? Antes de qualquer coisa, cheque a documentação. Atenção com veículos com placas de outros estados. Por trás delas, pode se esconder um automóvel clonado ou um celeiro de multas. Checar o número do chassi no monobloco com o do documento já ajuda. Mas o melhor é pegar o número do Renavam e da placa e acessar o site do Denatran (www.denatran.gov.br). No link Consultas On Line, você terá acesso ao número do chassi, cor, ano, modelo, multas e IPVA pendentes. Também verá se há registros de furto, perda total ou alienação. Em horários de pico, o sistema pode sair do ar.

. Tão importante quanto a documentação é o plano de manutençãodo automóvel. Mesmo que você não compre direto do dono, tente entrar em contato com o antigo proprietário para saber do histórico do carro: se foi revisado, quantas vezes passou pela oficina, se foi batido, como ele foi usado, se era motorista novo ou não, homem ou mulher, se pegava muita estrada, se era carro de passeio

. Saber a procedência do carro é um grande ganho na hora da compra. O proprietário ideal costuma ser aquele que tem mais carros e reveza o uso. Famoso também o personagem da senhorinha do interior, que só usa o carro para fazer compras e olhe lá. Mas não se iluda. Nem sempre o automóvel está no nome do verdadeiro motorista. Talvez seja a neta da carismática figura pra lá dos 70 que dirija o carro. Por isso, de novo, contate o antigo dono para saber do histórico do carro. Se o antigo dono passou muito tempo com o carro, melhor, porque tem mais informações a fornecer.

. Quando for ver o carro, comece a avaliá-lo pela lataria. Não em dias de chuva, pois, as gotas dágua escondem as imperfeições da lataria e da pintura.

. Esqueça a marcação de quilometragem

Hoje em dia, até os marcadores digitais são facilmente adulterados. Se você quiser ter uma idéia mais próxima de a quantas anda o veículo, cheque o pedal de freio. Se estiver nitidamente desgastado, é porque deve ter mais de 60 ou 70 mil quilômetros rodados.

. Faça o test drive

 Escolha um percurso que ajude a descobrir o estado da suspensão. Andar em asfalto novo e liso não vale, em rua com paralelepípedo também não (vai ser tanto barulho que você não conseguirá saber de onde vem).

. Para não ter erro, a dica é levar o carro para ser avaliado por um expertno assunto. As concessionárias costumam oferecer esse serviço.

15 dicas para gastar menos combustível

Escrito por Terça, 14 Maio 2013 17:02

 

Com boas práticas, consumo pode ser reduzido em até 35%

O gasto com combustíveis em um ano pode variar entre 2.890 e 7.390 reais, segundo levantamento feito por EXAME.com, em parceria com a consultoria automotiva Jato Dynamics, com base nos dados do ranking de consumo anual de combustíveis do Inmetro.

Com boas práticas de direção e manutenção do carro, é possível reduzir em até 35% o consumo de combustível, segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Jato Dynamics, Milad Kalume Neto. “É um valor aproximado, pois existem diversas variáveis inclusas, como o tamanho e a potência do motor”, diz.

1) Compre carros mais econômicos

Para reduzir o consumo de combustível de forma mais significativa nada melhor do que comprar o carro com menor consumo possível. O ranking anual do Inmetro mostra quais são os carros que menos consomem combustível e os que mais consomem. Carros com motor blue motion, que são mais eficientes, carros movidos a diesel, elétricos e híbridos são as melhores opções para economizar com combustível. O híbrido Toyota Prius, por exemplo, compensa o gasto adicional na compra com a economia de combustível em menos de dois anos.

2) Use o ar-condicionado com menos frequência

“O ar-condicionado é responsável por cerca de 20% de aumento no consumo de combustível”, afirma Kalume Neto. Usar insulfilm, estacionar o carro na sombra para depois não precisar ligar o ar na maior velocidade e desligar o ar alguns minutos antes de alcançar o destino são algumas dicas para usar menos ar-condicionado, mesmo no verão.
3) Reduza o peso do veículo

Seguindo a lei da física “força = massa x aceleração”, quanto maior o peso, maior a força e, portanto, maior o gasto de combustível. Por isso, mantenha o veículo limpo do barro para evitar acúmulo de peso e evite transportar peso desnecessário, como bagageiros removíveis e suportes de bicicletas. De acordo com o Escritório de Eficiência Energética e Energias Renováveis dos Estados Unidos (EERE), um peso extra de cerca de 40 quilos pode reduzir o consumo em até 2%.

4) Desligue o motor do carro

Ainda de acordo com o EERE, deixar o carro ligado quando parado pode representar um gasto de um a dois litros de combustível por hora, dependendo do tamanho do motor e do uso do ar-condicionado. Por isso, recomenda-se que quando o carro ficar parado mais de vinte segundos, seja em um congestionamento, ou ao esperar alguém, ele seja desligado e ligado de novo (considerando que seja seguro fazê-lo).

5) Dirija mais devagar

“Quanto maior a velocidade, maior a resistência do ar. Quanto maior a resistência, maior o consumo”, afirma Kalume. Em velocidades menores, a diferença pode não ser tão grande, mas a dica se aplica bem a velocidades mais altas. Ao dirigir a 140 km/h, por exemplo, consome-se 25% mais combustível do que a 110 km/h, segundo a Energy Saving Trust, organização de promoção ao uso de energia sustentável do Reino Unido.

6) Deixe o carro o mais aerodinâmico possível

Quanto mais aerodinâmico seu carro for, menor a resistência de ar e maior a economia de combustível. Manter as janelas e o teto solar fechados e retirar o bagageiro quando não estiver em uso são dicas para não diminuir a aerodinâmica do veículo. Em altas velocidades, inclusive, ligar o ar-condicionado pode gerar um menor consumo de combustível do que abrir as janelas. Segundo o site Daily Fuel Economy Tip, se a velocidade for inferior a 60km/h, o melhor é abrir a janela, mas acima disso, com o ar-condicionado consome-se menos combustível.
7) Troque de marchas da maneira correta e dirija com suavidade

"A troca de marchas deve ser feita nos 'tempos certos', sem esticar exageradamente entre uma e outra troca", orienta Amos Lee Harris Junior, diretor da Universidade Automotiva (Uniauto). As esticadas na troca de marcha são grandes vilãs do consumo de combustível, por isso os motoristas devem seguir as orientações do manual do veículo para saber a velocidade ideal das trocas de marchas.

Harris acrescenta que o pé no acelerador é o melhor 'promotor de redução ou aumento de consumo'. "A aceleração deve ser sempre feita com suavidade e com o pisar mais leve possível", diz.

Também não se deve usar o ponto morto em descidas. O ideal é descer com o carro engrenado e sem acelerar. “Nesta condição de inércia, o sistema de injeção bloqueia o combustível ao motor evitando qualquer consumo de combustível. Mas, no ponto morto, o motor continua funcionando em marcha lenta consumindo mais combustível.”, explica Kalume. Ele também orienta que em veículos com câmbio automático, deve-se evitar o “kick-down” que é a redução de uma marcha provocada ao apertar o pedal do acelerador até o final do seu curso.

8) Evite congestionamentos (quando possível) e trajetos com muitos semáforos

Trafegar em marchas baixas e fazer paradas frequentes também podem elevar o consumo de combustível. Por isso, manter a velocidade do veículo o mais uniforme possível, evitando situações de trânsito intenso ou trajetos com muitos semáforos, pode ajudar na economia. E se não for possível evitar os congestionamentos, o gerente da Jato Dynamics orienta: “Observar o trânsito, de forma que se pare o mínimo possível, evitando frenagens repentinas e otimizando as frenagens, as retomadas de velocidade e as acelerações, ajuda na diminuição do consumo”.

9) Calibre os pneus com o nível certo e mantenha o alinhamento da direçao em ordem

“A calibração incorreta dos pneus aumenta o atrito do pneu no solo causando aumento do consumo. E o mesmo ocorre com um carro sem o alinhamento de direção em ordem", explica Kalume. É como tentar dirigir uma bicicleta com o pneu murcho ou com a direção desalinhada, o esforço é muito maior, resultando em maior consumo de energia. Para saber qual é o nível de calibragem ideal do seu carro e quando deve ser realizada a revisão do alinhamento, basta observar o manual do veículo.

10) Prefira carros menores e de menor potência

Mais uma vez a explicação está na equação “força = massa x aceleração”. Quanto menor a massa, menor o consumo, portanto, quanto menor o carro, maior a economia. Tanto isso é fato que, no ranking de consumo de combustível do Inmetro, alguns dos carros menos econômicos são das categorias grande (como o Volvo S60), fora de estrada (como o Kia Sorento) e minivan (como o Dodge Journey). E a maioria dos carros mais econômicos são das categorias compacto (como o Renault Sandero) e sub compacto (como Nissan March e Renault Clio).

Carros mais potentes também têm maior gasto com combustível. “Esses carros são mais equipados e de maior porte e mesmo os carros pequenos esportivos com motores 3.4 e 4.1, também são mais pesados e consomem mais”, diz Harris. Ele também explica que o consumo de carros de motor 2.0 para cima facilmente pode chegar a ser o dobro dos carros 1.0 e 1.4.
11) Faça a manutenção correta do óleo e do filtro de ar

Com o filtro de ar sujo, diminui-se o fluxo de ar para o motor, prejudicando a mistura de ar e combustível ideal para o bom rendimento do motor. Novamente, é necessário seguir o manual do veículo para a troca no tempo certo. E se o motorista costuma trafegar por estradas com poeira, areia ou lama, vale substituir o filtro antes mesmo do tempo indicado no manual.

Um óleo de má qualidade ou vencido também elevará o consumo de combustível pois o atrito do motor será maior, provocando aquecimento. “Deve-se manter sempre em ordem as velas e cabos de ignição, o filtro de ar, o sistema de escape e os sistemas de ignição e de injeção de combustível. Um motor desregulado provoca aumento de consumo de combustível além de desgaste prematuro”, diz Kalume.

12) Use o combustível indicado no manual

Os combustíveis "premium" podem não influenciar em nada o desempenho do carro, a despeito do que alguns postos de combustíveis propagandeiam. Por isso, eles só devem ser usados quando houver essa indicação no manual do veículo, caso contrário, eles só irão aumentar os gastos à toa. E o inverso também vale, se o carro requer combustíveis premium e é abastecido com os convencionais, o motor pode ser prejudicado e o barato sairá caro.
13) Desligue os dispositivos elétricos quando não necessários

O uso de dispositivos elétricos como faróis auxiliares, limpadores do parabrisa, sistema de ventilação interna e outros devem ser usados apenas pelo tempo necessário. “O aumento de corrente elétrica eleva o consumo em até 25%”, afirma o gerente da Jato Dynamics.
14) Use mais táxi

Dependendo da distância que se percorre diariamente, utilizar mais táxi e usar o veículo apenas ocasionalmente, pode ser mais vantajoso financeiramente. Levantamento feito por EXAME.com em parceria com a Academia do Dinheiro, mostrou que quem percorre até 10,5 quilômetros por trecho para ir ao trabalho e voltar gasta menos se utilizar táxi em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.

15) Escolha os postos de combustíveis certos

Postos com má aparência, de marcas desconhecidas e com valores absurdamente baixos podem ser furadas. E se um posto é bastante frequentado por frotistas e taxistas, em contrapartida, esse pode ser um indicativo de preços baixos e qualidade. Com a maior troca de informações, as empresas e os taxistas sabem quais postos têm a melhor relação entre custo e benefício.

"Procure abastecer no posto de sua confiança, onde você frequentemente conversa com os frentistas e conhece o gerente. Com isto você evita combustíveis “batizados” ou bombas com defasagem de quantidade", orienta o diretor da Uniauto.

Outra recomendação também é não abastecer o carro no primeiro posto de combustível encontrado dentro de uma longa distância, como em uma estrada. Com poucas opções na região, esses postos podem ter um valor mais elevado por serem a última saída para muitos motoristas.

 

Gerente de engenharia da DPaschoal diz que optar sempre pelo que é mais barato acaba saindo caro; veja como avaliar quando realmente vale a pena pagar o que é mais caro

Por Priscilla Yazbek, de Exame.com | 07/02/2013

Um dos erros clássicos na hora de fazer a manutenção do carro é achar que tudo que é mais barato é a melhor opção. O gerente de engenharia do Grupo DPaschoal, maior rede de peças e serviços automotivos do Brasil, Eliel Bartels, afirma que esse é um dos principais fatores de encarecimento dos gastos com manutenção de veículos.

"O brasileiro pensa apenas no dispêndio imediato, no quanto ele vai gastar na hora e por isso acaba levando a peça mais barata, sem perceber que isso vai ocasionar um aumento da frequência de troca das peças e no final ele vai gastar mais dinheiro", afirma Bartels

Segundo ele, se existe a opção de comprar uma peça original importada ou peças asiáticas, que não são originais, mas são mais baratas, a grande maioria dos motoristas prefere comprar a peça mais barata. "Ao comprar uma peça alternativa em vez da original, essa peça pode degradar outros itens do sistema original do carro. Com isso, o consumidor terá mais gastos para consertar essas outras peças que foram danificadas, além de precisar trocar com mais frequência a peça comprada inicialmente", completa.

O gerente de engenharia da DPaschoal não propõe que sempre sejam compradas as peças e contratados os serviços mais caros, mas apenas que o consumidor não leve em consideração apenas o preço na hora de fazer a manutenção do carro, para que o barato não saia caro. "O motorista paga 50 reais em uma peça que em outro lugar ele viu por 100 reais, mas depois ele precisa trocar essa peça a cada 3 meses. Ele acaba gastando mais trocando muitas vezes a peça mais barata do que ao comprar a peça melhor e mais cara, que duraria um ano", diz.

Mas, como saber se a peça mais cara é de fato a melhor ou se é apenas uma tentativa da oficina de ganhar dinheiro em cima do cliente? Não há uma fórmula para desvendar as más ou boas intenções das oficinas, mas algumas dicas podem ajudadar o consumidor para que ele não se deixe enganar:

1) Pergunte ao mecânico qual é o motivo para a indicação de uma determinada peça e não de outra mais barata

Se o mecânico responder que a peça mais cara é a que deve ser levada simplesmente porque ela é a melhor e não der alguma razão para isso, o consumidor deve desconfiar. "Por outro lado, se o técnico pergunta como a pessoa usa o carro e, baseando-se no perfil de direção do motorista, ele dá motivos para que seja usada uma certa peça, há uma razão para aquela indicação", diz Bartels.

Deve-se avaliar, portanto, se houve alguma explicação plausível para o uso de um item e não de outro. Por mais que o consumidor não seja especialista no assunto, no mínimo é possível perceber se a explicação é absurda ou pelo menos se faz algum sentido.

Bartels dá um exemplo do que, em tese, seria uma boa justificativa para a compra de um item, com base no perfil do motorista: "O vendedor diria: 'Você é uma pessoa que dirige na cidade, chovendo ou não você mantém a mesma velocidade, então o melhor para você é este pneu, porque ele tem uma profundidade do sulco maior, o que diminui a possibilidade de aquaplanagem, enquanto este outro pode ficar careca em menos tempo'", comenta o gerente de engenharia da DPaschoal.

2) Pesquise o custo do serviço e das peças em mais de uma oficina ou loja

"Diferenças podem ocorrer, até por questões regionais. Em uma cidade do interior o preço pode ser um e na capital outro", diz Eliel Bartels. Tanto para itens automotivos, como para qualquer outra decisão de compra, pesquisar preços é a melhor forma de medir qual é a média de preço de um produto.

Fazendo mais de uma consulta, o consumidor terá mais informações sobre o item buscado e pode usar o que um vendedor disse para negociar preços com outro. E quanto mais conhecimento, menor a probabilidade de se enganar se algo ruim for oferecido.

O gerente da DPaschoal orienta também que ao encontrar preços com uma diferença superior a 100% em duas lojas, o consumidor pesquise em mais alguns lugares, porque algo está errado. Uma das lojas está com um preço muito alto, ou muito baixo.

3) Se for difícil encontrar uma peça, não compre no primeiro lugar que encontrar

Segundo Bartels explica, a dificuldade em encontrar uma peça pode ser um sinal de que ela está em falta no mercado. E diante de uma baixa oferta, o seu preço se eleva. Portanto, mesmo não sabendo se um preço está alto demais, a demora em encontrar um certo item pode indicar que em outro momento ele seria encontrado por um valor mais baixo.

Por isso, se possível, o ideal é não comprar a peça na primeira loja em que ela for encontrada e aguardar um tempo até que a oferta se normallize e os preços voltem ao normal. "Mesmo se o seu carro estiver parado, vale a pena esperar mais um pouquinho. Uma montadora pode ter solicitado um número grande de peças para a linha de produção de um modelo, e se o consumidor não esperar ele vai pagar o preço mais alto por causa do desabastecimento", orienta o gerente da DPaschoal.

4) Não pague um pacote de serviços em uma revisão sem perguntar as justificativas para cada conserto e receber uma resposta objetiva

Assim como não se deve comprar uma peça da marca mais cara sem que a sua venda seja justificada, o mesmo vale para a revisão. "Sempre existe aquela oficina que faz uma revisão geral no carro e o mecânico diz: 'Vai custar 850 reais, mas vai ficar bom’. Se o mecânico só mostra o preço, ele não é especialista. Ele deve mostrar as causas de cada problema e a necessidade de realizar os consertos", orienta Bartels.

E novamente entra a questão do discernimento do consumidor para avaliar se realmente faz sentido pagar determinado conserto ou não. Bartels faz uma analogia: "Um médico não diz a um paciente: 'Você tem hipertensão porque está obeso e o tratamento é este. Ele pergunta ao paciente quais são seus hábitos e a partir disso faz um diagnóstico do que gerou a doença e o que o paciente deve fazer. No carro nada deve ser substituído sem uma explicação objetiva", complementa o gerente da DPaschoal.

Reclamação

Escrito por Quinta, 28 Fevereiro 2013 16:27

Troca de peças desnecessárias e prática de preços abusivos perante o mercado!!!!! Alerta!!!!

 

Comprei 4 pneus no carrefour alexandre dumas (marginal pinheiros) dia 28/03/2009, onde a troca seria ¨grátis¨ conforme anúncio, sendo assim, me dirigi até a oficina brasil, pedi para verificarem os freios pq o carro (palio 2006 1.o) estava com um barulho estranho, então foi feita a troca da pastilha e disco de freio passado alguns minutos o gerente me disse que seria necessário a sangria dos freios e para alinhamento das rodas obrigatório fazer a cambagem dianteira e me cobraram a mão de obra troca de freio. Desembolsei r$ 450,00 nessa brincadeira. Quando foi dia 29/03/2009 o carro estava com a embreagem alta (deveria ser apenas regulada, pensei!!! Passaram um preço e logo depois outro e outro no fim trocaram tudo: volante do motor, tubo guia do rolamento embreagem, retentor volante do motor, volante do motor e cabo embreagem 670mm, trizeta, retentor do tubo guia e mão de obra troca embreagem, rep set (plato disco rol), sendo assim, desembolsei mais r$ 953,00. Após 1 mês exatamente, o carro ficou com o câmbio duro para passar as marchas, então retornei, pois os serviços estavam na garantia de 30 a 60 dias, expliquei o defeito e disseram que iriam verificar a nova troca da embreagem, pois estava na garantia, por isso deixei o carro no sabado e fui embora, meia hora depois me ligaram e disseram que precisava trocar o cãmbio e mais um monte de peças.... Fiquei brava, pedi desconto.. Só voltei lá por falta de tempo e por ser proximo da minha residencia e gastei mais r$ 750,00. Achei isso um graaande absurdo!!!!!!!! Me senti [editado pelo reclame aqui]!!!!!! Hoje dia 02/06/2009 o carro do meu noivo (um ford ka 2008/2009), estava c/ um barulho estranho e é claro que não fui de primeira na oficina brasil, pois estou de féria e tive tempo para pesquisar e fui em mecânicos de confiança e até na concessionária ford onde detectaram o mesmo defeito e me deram preços dentro do mercado (uma média de r$ 315,00 a r$ 350,00). Por curiosidade fui até a oficina brasil para pedir um orçamento e queriam cobrar em uma peça chamada bomba de agua o valor de r$ 416,00 e inventaram um arrefecimento no valor de r$ 120,00 mais mão de obra de r$ 80,00. Totalizando r$ 616,00. É muita cara de pau, pois quando eu disse que fui em duas concessionárias ford, eles disseram que a peça poderia não ser original.... É demais para a cabeça!!!!!!!! Deixo aqui a minha história para que ninguém mais caia nessa.... Me sinto [editado pelo reclame aqui]....... Isso é um abuso!!!!!!!!! E ainda preciso voltar lá para fazer revisão do último serviço... Só quero ver o que vão inventar.... Não caio mais na suas conversas oficina Brasil

Reportagem da Revista Quatro Rodas

Escrito por Quinta, 28 Fevereiro 2013 16:25

Saiu uma reportagem na revista Quatro Rodas na edição de fevereiro 2010 o quanto nosso trabalho trás ao cliente economia e garantia de serviços executado.

Dessa forma garantimos nossa credibilidade neste novo seguimento de prestação de serviços estamos de portas abertas para que você seja o nosso próximo cliente.

Personal car - Anjo da graxa

Escrito por Quinta, 28 Fevereiro 2013 16:24

Falta de tempo e, principalmente, pouco conhecimento técnico são barreiras para muitos proprietários ao fazer a manutenção do carro. Atento a este verdadeiro nicho de mercado, o ex-mecânico Valter Carvalho deixou o cargo de supervisor de pós-vendas em uma concessionária Peugeot de Belo Horizonte para se tornar consultor automotivo.

O trabalho do profissional, também conhecido como personal car, consiste basicamente em acompanhar e autorizar reparos e revisões, procurando reduzir o preço do orçamento inicial em até 40%.

A ideia surgiu há cinco anos, quando Carvalho trabalhava como supervisor de frotistas em uma concessionária Mitsubishi. “Comecei a observar que os preços cobrados pelos serviços eram muito altos e autorizados sem qualquer tipo de questionamento. Isso facilitava peças e serviços desnecessários”, revela o especialista, que denuncia o fato de concessionárias estabelecerem altas metas de vendas para consultores técnicos e mecânicos. “Se o objetivo do dia for comercializar R$ 10 mil e somente 15 carros forem atendidos na assistência técnica, a meta deve ser batida, independente da necessidade dos serviços.”

Entre os exemplos de empurroterapia mais comuns apontados por Carvalho estão descarbonização de válvulas, descontaminação do motor, higienização de ar-condicionado e limpeza de bicos injetores. “É importante salientar que existem profissionais e oficinas idôneas, além de veículos com real necessidade de conserto. No entanto, já vi peças sendo inclusas em orçamentos de carros de pouca quilometragem sob a desculpa de que o reparo é preventivo”, alerta.

VERIFICAÇÃO Por dia, Carvalho assegura fazer uma média de quatro atendimentos. A partir do pedido, o personal car vai até a autorizada ou oficina particular, avalia o orçamento e retira o desnecessário da lista. “Cabe ao cliente autorizar a execução do serviço e a forma de pagamento. Durante o reparo também verifico se as peças são genuínas, originais ou paralelas”, explica o personal car, que também oferece translado e assessoria para compra de novos e usados. “Vamos aonde o veículo estiver para avaliar o estado de conservação da parte mecânica, lataria, pintura, estrutura e outras partes. Quem ainda não encontrou o modelo ideal também pode contar com a minha ajuda”, complementa Carvalho, que cobra de R$ 120, para acompanhar uma revisão, a R$ 200, para pesquisar carro usado de procedência.

Depois de não concordar com os preços das duas primeiras revisões de um Citroën Xsara Picasso 2008, a estudante Patrícia Vasconscelos Gontijo contratou os serviços do personal car. “Não tenho muita noção sobre carros e nunca imaginei que poderiam cobrar tão caro. Durante a revisão de 30 mil quilômetros, a concessionária fez um orçamento de quase R$ 1.800. Com a ajuda do Valter, conseguimos reduzir o valor para R$ 500”, relata.

VARIADOS Em Itajubá, no Sul do estado, José Antônio Gomes trabalha de forma diferente por meio de ordens de serviço e assistências variadas, que custam de R$ 20 a R$ 100. “Ofereço praticamente de tudo, desde uma simples lavagem até regularização de documentos, vistoria e perícia”, comenta o personal car, que está no ramo há dois anos e atua com a ajuda de parceiros, que lhe repassam uma comissão de cerca de 10% sobre os serviços. “Eu terceirizo e ao mesmo tempo acompanho. Caso a pintura não fique boa, nosso parceiro terá de refazê-la até o cliente aprovar. Além disso, quem me contrata ganha um desconto nas empresas que realizam os reparos”, explica.

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